sexta-feira, 22 de julho de 2011

Histórico sobre o dia 25 de julho Dia da Mulher Negra Latino Americana e Caribenha

Em 1992, na República Dominicana por volta de 400MULHERES NEGRAS de todas as partes do mundo decidiram comemorar um reencontro há muito tempo idealizado por algumas mulheres negras.

Irmanadas desse sentimento gestado, expandiram a idéia entre os continentes e firmaram o dia 25 de julho, para que celebrassem a vitória de estarem juntas, unidas na América Latina e no Caribe, sem perder o AXÉ, a dignidade,a perseverança, a persistência e as lutas e batalhas do cotidiano. P

ara se consolidar essa data, temos que romper muitos desafios e usar de muita criatividade para dar visibilidade às Mulheres Negras, o que é uma luta árdua e muito complexa. Há quem indaga as ativistas negras, movimento social de mulheres negras, com os seguintes questionamentos: MAS PARA QUE COMEMORAR O DIA 25 DE JULHO SE TEM O DIA 8 DE MARÇO DIA INTERNACIONAL DA MULHER O QUE ESSAS MULHERES NEGRAS ESTÃO PENSANDO? NÃO ESTÃO QUERENDO DE MAIS? COM ESSAS ATITUDES NÃO TRARÃO DIVISÃO A LUTA DAS MULHERES? NOSSA RESPOSTA É NÃO, NÃO SOMOS NÓS QUE DIVIDIMOS E SIM QUE NÃO OPORTUNIZA ESPAÇO ÉTNICORRACIAL E DE GÊNERO.

Essa data demarca a construção de um processo político para simbolizar esse momento emblematizando, quem somos e como vivemos enquanto MULHERES NEGRAS.

Outro ponto a focar urge considerar que o Feminismo da América Latina e do Caribe, incluindo o Brasileiro, que ignora o teor por inteiro da luta anti-racista e não se deu conta que, em países como o Brasil de maior população negra fora da África, que só perde para a Nigéria( 1º em população negra), no Brasil mais da metade são MULHERES NEGRAS, a não incorporação da perspectiva anti-racista pelo FEMINISMO impede os propósitos de libertação. Após vários anos de instituição do DIA DA MULHER AFRO-LATINO-AMERICANA E AFRO-CARIBENHA, o comprometimento com as políticas do feminismo nos faz refletir – temos que assumir esta data, ou então irá ser sucumbida, por não enfrentar o combate ao racismo/sexismo ignorando de vez a luta.

No Brasil desde 1993 alguma ONG Feminista Negra, relembra assim exporadicamente a data, pouco se falando sobre a data.

O que por sinal é lamentável, abominável. Não obstante o que estranhar? No feminismo mundial rege a hegemonia branca. Porém , as lutas e batalhas para a promoção as mulheres, combater a violência, a discriminação racial o preconceito, o sexismo, a homofobia, estas bandeiras estão assinaladas pelo COLETIVO DE MULHERES NEGRAS, FÓRUM NACIONAL DE MULHERES NEGRAS, e tantas outras parceiras, simpatizantes, apoiadoras, beneméritos e ativistas sociais dos Direitos Econômicos, Sociais, Culturais, Ambientais, Direitos Humanos, para que possamos cada vez mais tornar o mundo melhor e com mais justiças e Axé.

ANA JOSE ALVES

Diretora Presidente CMNEGRAS/MS; Coordenação Colegiada FÓRUM NACIONAL DE MULHERES NEGRAS-FNMN/MS/GO

CONVITE

COLETIVO DE MULHERES NEGRAS-CMNEGRAS/MS”RAIMUNDA L. DE BRITO”, FÓRUM NACIONAL DE MULHERES NEGRAS, PROMOÇÃO DE IGUALDADE E COMBATE A DISCRIMINAÇÃO NO TRABALHO E EMPREGO/SRT, CONVIDAM PARA PARTICIPAREM DA ATIVIDADE EM CELEBRAÇÃO AO 25 DE JULHO – DIA INTERNACIONAL DA MULHER NEGRA LATINO AMERICANA E CARIBENHA.

Programação:

· O que vamos fazer no dia 25 de julho-segunda-feira?

· Rodada FUXICO/Vídeo com enfoque temáticos assim elencado:

· DVD-Situação das Mulheres Afrodescendentes;

· DVD-Religiões de Matriz Africana-Caminhando;

· CD- Áudio – SAÚDE INTEGRAL DA MULHER A Gente se Entende;

· Horário: ÀS 9:00 h dia: 25 de julho

· Local: R. 13 de maio 3214 – centro auditório da Superintendência Regional Ministério do Trabalho de MS


II Seminário da Mulher Afro Latinoamericana e Caribenha

Dia 25 de julho é o Dia da Mulher-Afro-Latino-Americana e Caribenha. Para esta data tão especial, e que precisa ser visibilizada internacionalmente, a CONE, em parceria com as outras Secretarias; Elas por Elas, Vozes e Ações das Mulheres, dentre outras associações organizará, em São Paulo, quatro dias de atividades culturais e debates indispensáveis. De 22 a 25 de julho debates, palestras seguidos de shows, com entrada gratuita, farão parte da programação que acontece aliada à organização do II Seminário da Mulher Afro-Latino-Americana e Caribenha, o qual será um espaço de reflexão e oportunidade de consolidar propostas de ação para ampliar a cidadania das mulheres negras em nosso continente.

O dia 25 de julho, data política importante para promover as lutas das mulheres negras, afro-latinoamericanas e caribenhas, legitima nossa caminhada na direção de impulsionar as transformações nas relações de gênero e raça e valorizar a formulação de políticas públicas integrando a problemática de gênero e raça com vistas a construir novos diálogos.


No que diz respeito aos direitos das mulheres há ainda muito para conquistar a igualdade. E se em pleno século XXI, a mulher ainda é vista com discriminação, sobretudo o olhar sobre a mulher negra, duas vezes mais discriminada precisa ser repensado para alterar as práticas sociais e a ação dos governos. É nesse sentido que organizamos esse evento.

Confira a programação e participe pela consolidação do dia 25 de julho na capital, igualdade é assunto para todas e todos, negras e não negras. Portanto, sejam bem vindos ao segundo II Seminário da MULHER AFRO-LATINO-AMERICANA E CARIBENHA .

Dia 22/07/11

Local: auditório da Secretaria Estadual de Justiça – Páteo do Colégio - São Paulo

16h30 : Abertura: Dra Alda Marco Antonio, Vice Prefeita de São Paulo; Dr Uebe Rezek, Secretário Municipal de Participação e Parceria; Deputada Estadual Leci Brandão e Deputada Federal Luiza Erundina; representante da Secretaria de Políticas para a Igualdade Racial – SEPPIR.Coordenação da mesa: M. Laia – Coordenadora da CONE

17h30 - Conferência:- Ressignificação da identidade etnorracial das afrodescendentes a partir da Diáspora – A Mulher Afro-Latino Americana e Caribenha: Quais prioridades no século XXI?
Sra Vicenta Camusso – Representante da Red de Mujeres Afro-latinoamericanas, caribenhas e da Diáspora.

18h30- O trabalho doméstico na América Latina e o trabalho das mulheres negras: Desafios para um trabalho decente.
Regina Teodoro, Diretora da Contrasc, membro da delegação brasileira à Convenção da OIT sobre Trabalho Doméstico e Patrícia Costa, economista do Dieese, organizadora do Anuário da Mulher Trabalhadora.

20h- O tráfico de mulheres na América Latinaimpacto sobre as mulheres negras e os direitos humanos das mulheres. Dra Claudia Luna, Elas por Elas. Vozes e Ações das Mulheres) e Roseli de Oliveira, profa Dra Fac. Zumbi dos Palmares
20h40- debates


23/7/11

Local: auditório da Secretaria Justiça

9 h - Café

9h30- mesa : Desafios para a ampliação da cidadania das mulheres negras da América Latina e Caribe: Palestrantes: Sra Vicenta Camusso – Representante da Red de Mujeres Afrolatinoamericanas e caribenhas e da Diáspora e Dra Sueli Carneiro – Instituto da Mulher Negra – Geledés

11h45 - Mulheres Negras na Mídia
Dras Rosângela Malachias – NEINB/USP; Nilza Iraci – Presidente do Instituto da Mulher Negra - Geledés; Dra Rosane Borges da Silva - Universidade Estadual de Londrina.

12h45 - debates

13h20 - Almoço

14h A atualização da Agenda de Políticas para Mulheres Negras e canais de participação junto aos governos: Diálogos entre o Movimento de Mulheres Negras e Coordenadorias de Políticas para a População Negra: Maria Aparecida de Laia, CONE e Maria Isabel Assis, Coord. de Guarulhos; Movimento de Mulheres Negras: Jurema Verneck da ONG Criola e do Conselho Nacional de Saúde; Maria Aparecida Bento (CEERT).

15h20 - debates

16h Apresentação de Case de sucesso: Adriana BarbosaAfro-Negócios Feira Preta; Eliana FranciscoResponsabilidade Social da FERSOL eMárcia Ferreira – gerente de Incubação da Incubadora Afrobrasileira.

16h30 - Oficina o que querem as Jovens Negras? Chindalena Barbosa – Associação Frida Khalo; Lia Lopes Almeida – Coletivo Jovens Feministas de São Paulo.

17h - debate

17h30 – Lançamento do livro de poemas “Não vou mais lavar os pratos, de Cristiane Sobral, pela editora Athalaia,de Brasília, com performance poética da autora.

Dia 24/07 - domingo

Local: Atividades Culturais.

Horário: a partir das 14h30

Segunda Feira: Dia da Mulher Negra Afrolatinoamericana e Caribenha

Dia 25/07 - Premiação de Mulheres que se destacaram em favor da cidadania das mulheres negras: Prêmio Luiza Mahin

Local: Câmara Municipal de São Paulo: 19H

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Homens brancos são maioria dos transplantados. Negros e mulheres têm menos acesso a cirurgias, segundo Ipea



Estudo inédito do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que os efeitos das desigualdades sociais brasileiras se estendem às cirurgias de transplantes de órgãos como coração, fígado, rim, pâncreas e pulmão. A maioria dos transplantados são homens da cor branca.

De acordo com o estudo, de quatro receptores de coração, três são homens; e 56% dos transplantados tem a cor de pele branca. No transplante de fígado; 63% dos receptores são homens e 37% mulheres. De cada dez transplantes de fígado, oito são para pessoas brancas.

Segundo a análise do Ipea, homens e mulheres são igualmente atendidos nos transplantes de pâncreas; mas 93% dos atendidos são brancos. A maioria absoluta de receptores de pulmão também são homens (65%) e pessoas brancas (77%). O mesmo fenômeno ocorre com o transplante de rim: 61% dos receptores são homens; 69% das pessoas atendidas têm pele clara.

“Verificamos que o conjunto de desigualdades brasileiras acaba chegando no último estágio de medicina”, aponta o economista Alexandre Marinho, da Diretoria de Estudos e Políticas Sociais do Ipea, um dos autores da pesquisa. Ele e outras duas pesquisadoras analisaram dados de 1995 a 2004, fornecidos pela Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO).

O economista não estudou as causas do fenômeno, mas disse à Agência Brasil que a preparação para o transplante pode explicar as razões da desigualdade. Para fazer a cirurgia de transplante, o receptor deve estar apto: eventualmente mudar a alimentação, tomar medicamentos e fazer exames clínicos – procedimentos de atenção básica.

Segundo Marinho, quem depende exclusivamente do Sistema Único de Saúde (SUS) - cerca de três quatros da população brasileira - sai em desvantagem, porque tem dificuldade para receber remédios, fazer consultas e exames clínicos. “A situação onera quem tem menos condições de buscar alternativas.”

“O sistema é desigual na ponta [cirurgia de alta complexidade] porque é desigual na entrada”, assinala o economista, ao dizer que quando o SUS tem excelência no atendimento o acesso não é para todos: “Na hora que funciona, quem se apropria são as pessoas mais bem posicionadas socialmente”.

Conforme Marinho, os planos de saúde são resistentes a autorizar procedimentos de alta complexidade, como as cirurgias de transplantes, por causa dos custos. “Os hospitais privados preferem atender por meio do SUS porque sabe que paga”.

O estudo sobre a desigualdade de transplantes de órgãos está disponível no site do Ipea. Segundo Marinho, o documento foi postado ontem (7) e ainda não é do conhecimento do Ministério da Saúde.

De acordo com os dados do Sistema Nacional de Transplantes (SNT), há 1.376 equipes médicas autorizadas a realizar transplantes em 25 estados brasileiros (548 hospitais).

Fonte: João Carlos Rodrigues da Agência Brasil - EBC

Obstetrícia adequada poderia salvar 3,6 milhões de vidas, mostra novo relatório

38 de 58 países poderiam atingir a ODM5 com mais 112 mil parteiras

Até 3,6 milhões de mortes poderiam ser evitadas a cada ano em 58 países em desenvolvimento se os serviços de obstetrícia fossem ampliados até 2015, segundo um importante relatório divulgado pelo UNFPA, o Fundo de População das Nações Unidas, e parceiros.

O Relatório Situação Mundial das Parteiras e Parteiros Profissionais 2011, lançado no Congresso Trienal da Confederação Internacional de Parteiras Profissionais (ICM) que acontece em Durban, África do Sul, revela novos dados confirmando que há uma diferença significativa entre o número de parteiras em atividade e o número de profissionais necessárias para salvar vidas.

"Para assegurar que cada mulher e seu recém-nascido tenham acesso a serviços de obstetrícia de qualidade, é preciso que tomemos medidas ousadas que complementem o que temos alcançado em todas as comunidades, países e regiões de todo o mundo", disse Ban Ki-moon, Secretário-Geral da Organização das Nações Unidas, em seu prefácio ao relatório.

A cada ano, 358.000 mulheres morrem durante a gravidez ou o parto, cerca de dois milhões de recém-nascidos morrem nas primeiras 24 horas de vida e são registrados 2,6 milhões natimortos, tudo em razão de cuidados de saúde inadequados ou insuficientes.

"O relatório aponta para uma necessidade urgente de formar mais profissionais de saúde com competências em obstetrícia e assegurar o acesso equitativo aos serviços nas comunidades, a fim de melhorar a saúde das mulheres e crianças", disse Dr. Babatunde Osotimehin, Diretor Executivo do UNFPA.

O Relatório Situação Mundial das Parteiras e Parteiros Profissionais 2011 revela que, a menos que 112 mil novas parteiras sejam capacitadas e colocadas em postos de trabalho, 38 dos 58 países pesquisados não conseguirão alcançar a meta de 95% de partos realizados e atendidos por pessoas qualificadas, como exige o Objetivo de Desenvolvimento do Milênio (ODM) 5, relativo à saúde materna. Em escala mundial, o déficit de parteiras é de 350 mil profissionais.

Além disso, se instalações médicas adequadas estivessem acessíveis para lidar com complicações no seu início, muitas mortes poderiam ser evitadas - 61% ou cerca de dois terços de todas as mortes maternas, 49% ou quase metade de natimortos, e 60% ou 3 em cada 5 mortes neonatais. O relatório acrescenta que, se as parteiras estivessem no lugar certo para os serviços para que pudessem auxiliar com atendimento especializado nas complicações mais graves, até 90% das mortes maternas poderiam ser evitadas.

O Relatório Situação Mundial das Parteiras e Parteiros Profissionais 2011, coordenado pelo UNFPA, é o resultado da colaboração entre 30 parceiros, cujo objetivo coletivo é fortalecer as práticas obstétricas para prevenir as mortes maternas, sequelas do parto e melhorar a saúde dos recém-nascidos, famílias e comunidades inteiras. O relatório pesquisou 58 países que, juntos, representam quase 60% de todos os nascimentos mundiais, mas 91% de todas as mortes maternas. Entre os 38 países que necessitam mais urgentemente agregar parteiras até 2015, 22 precisam duplicar a força de trabalho; sete precisam triplicar ou quadruplicar; e nove (Camarões, Chade, Etiópia, Guiné, Haiti, Nigéria, Serra Leoa, Somália e Sudão) necessitam intensificar significativamente a oferta de parteiras profissionais, multiplicando o número de trabalhadoras entre 6 e 15 vezes.

"Este relatório identifica claramente a necessidade de criar uma autoridade competente e ativa de parteiras e parteiros profissionais, que trabalhe como componente de um sistema de saúde eficaz. Além disso, novos padrões globais da ICM para o ensino de obstetrícia e regulamentação ajudarão governos e formuladores de políticas a colocar em prática as recomendações do relatório ", disse Bridget Lynch, presidente da Confederação Internacional de Parteiras Profissionais.

A maioria das mortes ou sequelas decorrentes do parto ocorrem em países de baixa renda e acontecem porque as mulheres - geralmente pobres e marginalizadas - não têm acesso à instalações de saúde eficazes ou à profissionais de saúde qualificados, principalmente aqueles com habilidades obstétricas.

O aumento do acesso das mulheres à serviços obstétricos de qualidade tornou-se um foco de esforços globais para alcançar o direito de toda mulher a melhores cuidados de saúde durante a gravidez e o parto. É também o ponto central de três Objetivos de Desenvolvimento do Milênio - reduzir a mortalidade infantil (ODM 4), melhorar a saúde materna (ODM 5) e combater a Aids, a malária e outras doenças (ODM 6).

Além de número insuficiente de parteiras, o relatório revela que a cobertura no interior dos países é desigual, assim como sua qualidade. Há uma escassez de instituições de formação e oportunidades de emprego para parteiras. Além disso, as regulamentações são deficientes, as associações profissionais são fracas, o ambiente político é desfavorável e a omissão dos serviços de obstetrícia no cálculo do custo dos planos de recursos humanos para a saúde materna e neonatal são grandes desafios.

O relatório faz uma série de recomendações aos governos, órgãos reguladores, instituições educacionais, associações profissionais e organizações internacionais que ajudariam a solucionar estes problemas e reforçar o status da obstetrícia nos 58 países pesquisados.

"A boa notícia é que, quando as mulheres estão ao alcance de uma parteira ou parteiro apoiados por um sistema de saúde eficaz, não só se reduz nitidamente a possibilidade de morte devido a complicações do parto, como também as e os profissionais obstétricos passam a ser o vínculo de importância para o bem-estar do bebê e de atenção à saúde de toda a família”, disse Lennie Kamwendo, presidente da White Ribbon Alliance for Safe Motherhood – Malawi Board of Trustees. “É preciso assegurar prioridade a investimentos em parteiras e parteiros profissionais para oferecer o cuidado de salvar vidas em comunidades onde muitas vidas de mães são perdidas desnecessariamente”.

Mais informações:
Acesse o site www.stateoftheworldsmidwifery.org, onde está disponível o relatório completo.